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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

MELANOMA EQUINO






Estas fotos acima foram tiradas no distrito de Pinhões, município de Juazeiro e depois de pesquisar descobrí do que se trata, que é o MELANOMA, um tipo de tumor benígno que acomete mais frequentemente os equinos tordilhos, mais velhos. Visite o site do ciência hoje e leia a reportagem para entender mais sobre esta doença. Clique neste hiperlink acima.

5 comentários:

  1. Colocando de forma simplificada a genética do tordilhamento, gene G. G é dominante sobre g e sobre todas as outras cores (chama-se epistático). Ele provoca uma gradual perda de melanina dos pêlos e concentração na pele, daí o melanoma. Em graus extremos de tordilhamento, são os cavalos brancos de pele preta. A maioria dos outros "brancos" - branco dominante, cremelo/Isabel e perlino, brancos de genética malhada - tem pele despigmentada.

    Uma variação do tordilho é o pedrês, fundo branco salpicado de bolinhas da cor original, que, postula-se, é produzido por um outro gene atuando sobre o de tordilhamento. E, creio eu, deve ter uma tendência menor a melanomas, visto parte de sua pelagem ser pigmentada.

    Provavelmente os melanomas em Cavalos Nordestinos aumentarão a incidência por ser doença de velhos. Em minha infância um cavalo de 9-10 anos já era tido como velho, e seu desempenho era mesmo inferior. Com a melhoria do manejo, principalmente alimentação e água, hoje, um cavalo de 12 anos ainda está em plena forma. O mundial de enduro equestre do ano passado, 160 Km, foi ganho por um Árabe de 15 anos.

    Fico pensando é se há vantagem em manter-se o gene G numa raça, ou deve-se fazer como o pessoal do Quarto de Milha, que não registra cavalos com excesso de branco como forma de eliminar a síndrome do branco letal que está presente nos homozigotos brancos e alguns overos.

    Para tranqulizar, o pampa brasileiro tem o gene Tobiano. Este não carrega a síndrome do branco letal, enquanto não misturarem com Paint Horses e overos em geral. É necessário cuidado para não introduzir a doença no Cavalo Nordestino.

    E o tordilho Nordestino? Deixar ou não?

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  2. Amigo Elias, é muito importante as suas colocações e sempre precisamos nos informar e divulgar estes detalhes da genética equina. Este cavalo que tirei as fotos é um mestiço de mangalarga, já com idade avançada. Eu nunca ví, pelo menos em nossa região, cavalos nordestinos genuínos desenvolverem este tipo de câncer, muita coisa ainda não sabemos sobre o nordestino, muitos trabalhos devem ser desenvolvidos, idênticos aos trabalhos científicos com a tolerância do Pantaneiro e do Lavradeiro com o vírus da AIE entre outros. Observamos a muuito tempo que os cavalos nordestino tordilhos, principalmente os menores, são mais harmoniosos e de ótima musculatura. Só saberemos melhor dessas características de ordem sanitária e genética quando estivermos com um selecionamento mais avançado. Ouvir dizer do nosso amigo Nertan de Juazeiro do Norte que existe um profissional zootecnista desenvolvendo um trabalho de mestrado junto a UFPB sobre a constituição dos cascos do cavalo nordestino, me ajudem a localizar esta pessoa. Mais uma vez amigo Elias Zoby muito obrigado pela sua participação e é sempre um grande prazer recebe-lo, se quiser pode nos enviar mais fotos de seus animais ou artigos referentes à medicina homeopática utilizada em equinos. Um abraço, fique com Deus e esperamos em breve nos conhecer pessoalmente!!

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  3. Olá Amigo, possuo uma égua tordilha quarto de milha que tem idade aproximada de 20 anos.
    Aos 18 anos ela já apresentava alguns tumores na parte inferior da cauda, perto do anus.
    Recentemente, o animal está em repouso, pois o tumor aumentou rapidamente, chegando a estourar.
    Há algum tratamento para este caso, ou o animal está comprometido?

    Qualquer coisa, esse é meu e´mail: antljunior@hotmail.com

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  4. gostaria de saber se a algum tipo de tratamento meu email: diegobispoo@hotmail.com

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    Respostas
    1. Bom dia e muito obrigado por acompanhar o nosso blog! Infelizmente não tem tratamento, é um tipo de câncer. Pode ter algum paliativo.

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