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sexta-feira, 19 de março de 2010

Revista Agroopecuária Tropical Nº 30



Esta reportagem antiga é a prova da versatilidade do Cavalo Nordestino e o quanto se perdeu quando deixou-se de fazer um trabalho de melhoramento genético e funcional.
Achamos que existe um preconceito, um tabu quando se fala do cavalo nordestino, pois todos já criaram uma imagem exteriotipada de um cavalo feio, cansado, fraco e sem serventia ou valor, mas na verdade o que fazer quando se tem uma fome secular encravada em sua história? Mas esta mesma fome fez a raça crescer em nobreza, resistência e adaptação, não conhecemos ainda as reais potencialidades do cavalo nordestino, precisamos conhecer, e ainda é tempo!

Um comentário:

  1. Jean Marcelo Aquino30 de março de 2010 12:22

    Na região de Curaçá - BA conhecí dois cavalos nordestinos puros ( precisamente oriundos de uma criação isolada da Caatinga da região entre os municípios de Chorrochó, Abaré e Curaçá na Bahia) que fizeram, recentemente, muita vergonha a cavalos Puros Quarto-de-Milha nas vaquejadas da região, inclusive ganhando primeiros prêmios. Quem aquí nunca ouviu falar no baio "Sivuca de Pedrinho da Pedra Branca"( cavalo já fora de atividade) e de "Cardeal"(cavalo alazão treinado e ganhador de prêmios pelas mãos do vaqueiro "Negão do Abaré". Hoje o nordestino encontra-se em atividade na região de Juazeiro BA)

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